Poesia de bolso

Pus a mão no bolso
E lá estava ela
Canguru

Porque ela cabe
Como cabide
Em pouco espaço
Na palma da mão
Ou debaixo do braço

Porque ela tem alcance
Na bolsa da moça
Ou bolso da calça

Longe da beira
Da estante
Ela num instante
Enche o vazio

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